Li um texto do Anselmo Ramos, vice-presidente de criação da Ogilvy, em que ele comenta sobre uma experiência numa locadora.
O texto provoca a reflexão do quanto nossos trabalhos estão se distanciando do verdadeiro propósito de uma peça, ação, estratégia, campanha de publicidade…
Mais que atingir as pessoas com a “mensagem certa”, precisamos envolvê-las com a “emoção certa”. Se você quer rir, assista comédia. Quer chorar, assista um drama…
A matéria do Anselmo é de julho de 2009 e vocês podem ler aqui.
Acredito que a Vivo foi muito feliz com a campanha “Conexão como nenhuma outra”. Eles conseguiram responder as perguntas: “A emoção a ser provocada é?’, “Essa campanha nos faz sentir tal emoção?”, “Todos os elementos estão contribuindo potencializar essa emoção?” E para mim o melhor foi o “Sim – Emprego“, um vídeo perfeito, que ‘mostrava a emoção’ da pessoa no climax da história e como o ‘produto’ da Vivo estava inserido nesse contexto.